quarta-feira, 18 de maio de 2011

Evento: Nelson Werneck Sodré.

Esse ano comemora-se 100 anos de nascimento do historiador marxista Nelson Werneck Sodré. Além de suas obras sobre a história brasileira, Sodré também escreveu textos sobre literatura nacional e questões econômicas. Já da para ter ideia de quanto coisa escrita, o acervo é enorme.
A revista multidisciplinar Urutágua e o Departamento de Ciências Sociais da UEM promove o evento: "Nelson Werneck Sodré e a Questão Nacional no Pensamento Social Brasileiro", dia 20 maio (sexta-feira), às 19hs 30min.
Para ser mais prático leiam o cartaz.

Mais informações aqui.

Entrada gratuita, o H-35 fica atrás do G-34, ou seja, atrás da biblioteca da UEM.
Até lá!

domingo, 15 de maio de 2011

Os anos 80...

Os clássicos permanecem dessa forma porque toma seu rumo além do seu criador, em estado permanente de Frankstein.




Doces triênios...











A nostalgia do 80.
Semeando The Jackson Five para baixar. (link)
Curte ai!

quarta-feira, 2 de março de 2011

Ato Público


A TCCC é uma empresa de prestação de serviço de transporte público de Maringá, e esta a alguns anos com o monopólio na cidade. O que acontece é que o prefeito irá renovar essa licitação por mais 40 anos, acreditem, mais 40 anos; e quem paga é o trabalhador que necessita desse transporte todo os dias e tem que pagar esse valor abusivo.
2,60 é roubo! Contra mais 40 anos de abuso!
A gestão do prefeito Silvio Barros (PP) abriu o edital de licitação que irá permitir que continue por mais 40 anos explorando o trabalhador. Isso porque não se estabeleceu como critério para a escolha da empresa a redução da tarifa, apenas o seu aumento!
Pelo cancelamento da licitação para a prestação do Serviço Público de Transporte Coletivo que se encerrará no dia 14/03. Pela abertura de um novo edital. Pela redução do preço da passagem!

Vamos dizer não a esta exploração!
Todos no ato hoje (02/03) às 17:00 horas em frente a antiga rodoviária velha!


terça-feira, 11 de janeiro de 2011

A Erva do Diabo


O livro narra, em sua magnitude, o encontro entre o antropólogo Carlos Castaneda da Universidade da Califórnia com o índio Yaqui Dom Juan, no Deserto de Sonora, norte do México.
Interessado apenas em estudar o uso de plantas alucinógenas por certos povos indígenas para tese de mestrado na universidade da Califórnia, Castaneda não poderia imaginar que se envolveria na maior aventura de sua vida: tendo a revelação de uma dimensão desconhecida da realidade, ou seja, alterando entre dois mundos diferentes, a realidade comum e a realidade não-comum, tornando-se aprendiz de feiticeiro, por sutis manipulações do "brujo", que significa curandeiro, feiticeiro, Dom Juan.
O objetivo central é o encontro de um caminho do conhecimento pleno, mas para percorrê-lo o autor é obrigado a enfrentar duras provas e obstáculos terríveis, até que descobre como dominar o primeiro e maior inimigo: seu próprio medo. Carlos Castaneda, orientado por Dom Juan, conduz por aquele momento do crepúsculo, a fresta do universo que há entre o claro e o escuro, um mundo que não é apenas radicalmente diferente do nosso, mas também de uma ordem e realidade inteiramente diferentes, onde vivem os guerreiros da liberdade total, donos absolutos de suas constâncias. A obra não é somente uma narrativa de experiências alucinógenas, as sutis manipulações de Dom Juan conduzem o leitor curioso enquanto suas interpretações dão significados aos fatos.

O livro é a história dos cinco anos que esses dois homens passaram juntos como mestre e aluno, anos estes em que Dum Juan ensinou Castaneda os usos do peiote e outras plantas alucinógenas, que manipuladas com sabedoria, permite conseguir a visão e o domínio de um mundo de "realidade extrasensorial", completamente além dos conceitos de civilização ocidental, pondo-o a caminho da estranha e aterradora jornada espiritual que o homem tem de empreender para tornar-se um "homem de sabedoria", ou seja, vencer seu medo.


O livro

O livro é parte de uma trilogia autobiográfico: “A Erva do Diabo”, “Uma Estranha Realidade” e “Viagem a Ixtlan.” Logo o primeiro deles toma notoriedade entre os jovens da década de 60, um best-seller para o Movimento hippie. Porem recebe grande crítica da acadêmia devido a suas amostras não serem suficientes para uma pesquisa científica.

Na narração é percebido a dicotomia entre duas realidade, a realidade comum e a realidade não-comum; uma representa o cotidiano em que as sensibilidades são suprimidas devido a uma padronização do pensamento, a outra, de forma simplória, é percebida com a ajuda dos “aliados”, onde é aflorado as percepções naturais.

O livro tem como tese principal: o Homem de Conhecimento; e para isso é necessário trilhar o caminho em busca do desconhecido, que é, segundo Juan, o próprio medo. Para isso é fundamental dominar o “aliado”, que são, de forma alegórica, as ervas alucinógenas. Para o índio as plantas trazia a importância, e possuíam a capacidade de provocar estados de uma percepção especial; tais plantas eram compostas principalmente por três espécie: o peiote, cacto que contem o alucinógeno mescalina; a datura (Datura Stramonium), tem o nome popular de erva-do-diabo e os cogumelos. Logo após a aceitação de Castaneda como aprendiz, que ocorreu no dia 23 de junho de 1961, acontece sua primeira experiência.

Agora paro por aqui, fica a indicação para leitura nesse verão. Boa leitura!

e-book

terça-feira, 16 de novembro de 2010

O Verbo



O Verbo

a carne se fez verbo
depois fez-se o verso
e o poeta viu que tudo era feio
e fez-se a poesia.

O ar seco do cerrado,
o sol sereno do inverno,
o povo e o pó da periferia
confundiam-se numa nuvem de miséria
que pairava entre o céu e a terra
da zona norte que sofria.
Como numa inversão térmica
nossa república mensaleira
inverte os valores, sufoca a cidadania.

O analfabetismo.
O desemprego.
A infância desassistida.
A fome em fim já tem cor, quem diria?
Nossa esperança outrora descolorida
hoje é verde e amarela, a cor da falsa alegria.
E ai já não era mais a carne,
mas a pele
os ossos
que vibravam e retorciam se fizeram verbo.
Verbo na primeira pessoa do singular: eu sofro.

Tu sofres.
Ele sofre.

Lazaro Carneiro.

http://www.lazarocarneiro.blogspot.com/


domingo, 31 de outubro de 2010

Democracia que me engana...


Nossa democracia, dita representativa, hoje (31/10) selou mais um marco na história desse país. Já diria aquela propaganda: "o país já teve seu primeiro presidente operário, agora vamos eleger nossa primeira presidente(a) mulher." Prossigamos.
Em relação ao ser a primeira presidente mulher, nada de novo; nada mais é do que a reprodução do que há de mais velho. Vejamos alguns exemplos das mulheres na política: na vizinha Argentina, Cristina Kirchner; na Alemanha, Angela Merkel; indo mais para a terra do sol nascente, no Quirguistão, ex-União Soviética (Ásia central) tem a sua primeira chefe de Estado, Roza Otunbayeva. País, aliás, que viveu recentemente uma guerra civil. (Link) Penso que basta de exemplos, porque poderíamos até passar pela rainha Elisabeth na Inglaterra para expor aqui. Levanto esses exemplos para sustentar o argumento sobre se a forma será ou não a mesma de governar de um homem, como pareceu minha interpretação sobre a propaganda. Ou se sua sensibilidade feminina trará uma renovação na forma de governar o país. É obvio que não! Vejamos a primeira parte da frase da propaganda: "o país já teve seu primeiro presidente operário...", pois então, houve algo de novo para a classe trabalhadora, a não ser levantar todos os dias às 6hs para se locomover até ao trabalho? Houve alguma discussão sobre a redução da jornada de trabalho, que pelo contrário, se discute sua flexibilização. Os movimentos sociais teve seus anseios atendidos? A resposta é categórica, Lula como um "operário" se mostrou um ótimo político e articulista. O governo do Partido dos Trabalhadores foi um governo progressista, se comparado ao octênio FHC, mas os passo vão à marcha lenta, e a discussão tem que caminhar até encontrar o sujeito da história, o trabalhador. O que nunca houve na história desse país.

Acreditar que apenas o fato de uma representante do sexo feminino será, por si só, um fator radical de uma mudança, é uma ingenuidade, do mesmo teor de quem abraçou a "onda verde" de Marina Silva, acreditando em mudanças significativas nas políticas ambientais e esquecendo-se, por exemplo, dos interesses das cifras arrebatadoras dos empresários envolvidos em sua campanha, que certamente direcionariam qualquer programa do partido.

Dilma não está tão longe. O PT que ajudou a criar poder de compra para a classe baixa e média de uma forma nunca vista no país, é o mesmo que possibilita o salto astronômico de Eike Batista com suas ações na bolsa. Muito se discute o caráter firme, rígido, exercido pela ministra Dilma, mas infelizmente essas qualidades individuais, pouco ou nada, exercem influência a ponto de esperarmos por dias verdadeiramente melhores.

A discussão não pode ficar ludibriada com o doce sabor da política, pensando nos limites do intelecto político, esquecendo que a política é administração de conflitos e não solucionador do mesmo. Há luta de classes, e a política nacional mostrou, da forma mais schumpeteriana de ser, de quem governa não é um operário, mulher ou um negro, mas uma elite que pensa como classe e age como tal.

Parece-nos que já passou em muito o tempo das discussões e opiniões direcionarem-se às estruturas, algo que supere o blábláblá entorno das caricaturas feitas sobre os candidatos, das mútuas ofensas inócuas de conteúdo político. Temos a potencialidade de irmos muito além das ferramentas democráticas que sustentam o bolo da grande festa da democracia brasileira. E que os maiores pedaços até hoje sabemos para quem ficam.

por Valdivíno Ferreira.


sexta-feira, 22 de outubro de 2010

Tom Zé...

Antônio José Santana Martins nasceu em Irará (BA) no dia 11 de outubro de 1936. Cantor, compositor, ator, repentista, político e crítico musical Tom Zé vem há tempo declamando a musicalidade brasileira e levando para o mundo sua forma, bem ao modo baiano, de se expressar. Apaixonado pela música inicia-se cedo no mundo artístico, na década de 60 vai estudar música na Universidade Federal da Bahia onde passa a ter contatos com nomes importantes, tais como Caetano Veloso, Gilberto Gil e Gal Costa; esse contato resultou na formação de um grupo, que em 1968 lança o disco Tropicália ou Panis et Circensis, juntamente com Maria Bethânia. Porém sua carreira passa a ser realmente conhecida pelo mundo devido ao reconhecimento de um sujeito (David Byrne), que ao ouvi-lo, lança sua obra nos EUA; é somente depois dessa “descoberta” que a crítica (qual?) nacional passa a dar mais atenção a ele.Meu deus, o que seria de mim se Byrne não tivesse me encontrado.”1 Em sua carreira são mais de 20 álbuns, dois DVDs e um documentário (“Fabricando Tom Zé”). Hoje com seus 74 anos de vida vem até Londrina com o show “Pirulito da Ciência”; junto com sua banda, que o acompanha já a muitos anos, Tom Zé consegue conquistar um grande número de jovens que se identifica com sua arte. Tom Zé, na concepção de quem vos escreve, passa através de suas músicas o sentimento de uma classe sempre oprimida pelo mundo desigual. Esse pequeno homem em estatura se mostra autentico ao longo dos anos, e merece todo o reconhecimento que a humanidade pode lhe oferecer.

Para não ficar somente nessa conversa fiada composta por rápidas pesquisadas na internet, colocarei os links do documentário e do disco preferido. Lá vai:


*Fabricando Tom Zé
http://www.4shared.com/file/8frJkQLF/Fabricando_Tom_Z.htm

*Estudando o Samba http://www.4shared.com/file/W2vC09jC/Tom_Z_-_Estudando_o_Samba.htm

Inclusive é esse o disco responsável pela “descoberta.”

Até a próxima!


1-Trecho retirado do documentário Fabricando Tom Zé, que ironiza a fragilidade de ser reconhecido. Direção de Décio Matos Jr.

sexta-feira, 24 de setembro de 2010

Devaneios...

Numa sexta-feira, preparando para ir almoçar eu e meu amigo Iglesias (Rafael), lembramos de um artista (que faz arte!) que realmente mexe com nossos corações: Belchior. Certamente veio as comparações e questionamentos, que são próprios dessa minha forma cartesiana de pensar; qual é o melhor disco dele? Claro que querer usar comparações para legitimar um e desprezar o outro, ou, continuando usando o exemplo do mestre Belchior, querer analisar as letras dos outros discos e eleger "o melhor" é empobrecer a arte.
Almoçando no pop (restaurante popular) e interagindo com os olhares das pessoas, me veio à mente a musica Conheço Meu Lugar, do disco Era uma Vez o Homem e seu Tempo de 1979. Puxo a discussão com o Rafa sobre tais comparações ditas anteriormente no texto; é claro que não chegamos a um consenso, nem poderíamos chegar, pois cada um possui anseios, sensibilidades e amores próprios, mas contrariando o que foi escrito por mim ali atrás comparei. Com todo seu charme cearense Belchior nesse disco fez render lágrimas, não resistindo a seu bigode e sua voz (Um pouco fãããnha!) onde me faz lembrar a terra deixada, entrou na minha lista de artes que essa geração criou.
Começando com Medo de Avião e terminando com Medo de Avião II Belchior abre voo à sua criatividade, passando por Retórica Sentimental e rasgando a alma em Tudo Outra Vez, esse disco deixa-nos de boca aberta. Para pecar mais uma vez: esse realmente se mostra como "O disco" de Belchior.
Reproduzindo uma frase dita pelo Rafa na fila: "Nesse (disco) ele tava inspirado!"
Fica ai a nossa conclusão e nossa preferência, e é claro, nosso pecado.
Para os curiosos... (ler mais), se gostou, tá ai o presente: down


Um beijo da Faca-do-Feijão...



sábado, 18 de setembro de 2010

Direito de preguiça II

A preguiça é a necessidade de parar e absorver o mundo à sua volta.

quarta-feira, 7 de julho de 2010

DTP e Escola Milton Santos promove palestras

O Departamento de Teoria e Prática da Educação promove nesta quarta-feira (07) a abertura do ciclo de palestras "educação e movimentos sociais", o evento terá sua abertura no auditório do bloco I-12 às 19:30hs. O tema da conferência de hoje é Universidade e Movimentos Sociais: desafios do momento histórico. O ministrante será o filósofo, poeta, escritor e membro da coordenação nacional do MST, Ademar Bogo. Segue o ciclo na quinta-feira, tambem às 19:30hs, com o tema Brasil no contexto mundial: desafios e perspectivas para o século XXI e o palestrante será o economista e membro da Coordenação Nacional do MST e da Via Campesina Brasil, João Pedro Stédile.O encerramento do evento ocorre no sabado às 8hs, com a conferência Sobre a Educação e a Reforma Agrária, também ministrada por João Pedro Stédile em parceria com o pós-doutor em Educação Luiz Carlos de Freitas, da Unicamp. O encerramento será na Escola Milton Santos que fica na estrada velha para Paiçandu.
Maiores informações: www.uem.br/index.php?option=com_content&task=view&id=2442&Itemid=1

segunda-feira, 21 de junho de 2010

Gente da gente...

"As necessidades materiais são só cinco: ar, água, alimento, agasalho e abrigo; tudo com "A", e com essas cinco coisas você vive..."



Vim perceber isso depois que entrei para a universidade!

sexta-feira, 18 de junho de 2010

Direito à preguiça...

Olá a todos!
Segundo o sujeito do vernáculo (Aurélio) preguiça quer dizer estado de prostração e moleza, de causa orgânica ou psíquica, que leva o indivíduo à inatividade; desânimo, esmorecimento, indolência (...) Diante disso sentei para escrever.
Fazia tempo que o indivíduo aqui não escrevia nada no blog devido a um tempo maior dedicado à preguiça. Mas dai o ethos, esse valor de identidade social que faz constantes pressões em minha mente para não abandonar a causa (manter o blog atualizado), me fez sentar nesse exato momento para escrever. Minha inatividade se deu também pelo fato de não querer escrever por escrever, fazer do blog um diario, e sim trazer ao desenvolvimento pessoal o choques de idéias que ficam burbulhando na cabeça. Mas escrever sobre o quê, escrever o olhar sobre a realidade e transcrevê-la de forma "critica" ? Como temos a perspicácia de desenvolver essa superioridade, até mesmo nas relações de pura troca de idéias (papo-furado), usando linguajar menos acessível, com argumento de não simplificar demais a complexidade. Como é perversa a juventude do meu coração parafraseando o desaparecido; essa nossa constante metamorfose intelectual que adentra rasgando toda mente construida e provocando a loucura. O que resta é somente a insegurança do real. Insegurança essa que está longe de ter sinônimo de pós-modernismo, mas sim um reconhecimento da barbárie e injustiça provocada pela atualidade do mundo estranhado. A inatividade aqui talvez não tenha esse sentido de sedentarismo, e sim de se permitir o confronto, confronto com você e suas opiniões formadas da apreensão com o mundo.
Para finalizar quero transpor um trecho de Paul Lafargue intitulado O Direito à Preguiça, titúlo bem sugestivo ao tema.
"Os socialistas revolucionários têm de recomeçar o combate que os Filósofos e os panfletários da burguesia já travaram; têm de atacar a moral e as teoria sociais do capitalismo; têm de demolir, nas cabeças da classe chamada à acção, os preconceitos semeados pela classe reinante; tem de proclamar, no rosto dos hipócritas de todas as morais, que a terra deixará de ser o vale de lágrimas do trabalhador: que, na sociedade comunista do futuro que fundaremos “pacificamente se possível, senão violentamente”, as paixões dos homens terão rédea curta, porque “todas são boas pela sua natureza, apenas temos de evitar a sua má utilização e os seus excessos” (Descartes, As paixões da Alma), e só serão evitadas pelo seu mútuo contrabalançar, pelo desenvolvimento harmônico do organismo humano, porque, diz o Dr. Beddoe, “só quando uma raça atinge o seu ponto máximo de desenvolvimento físico é que ela atinge o seu mais elevado nível de energia e de vigor moral” (Dr. Beddoe, Memoirs of the Anthropological Society). Era também a opinião do grande naturista Charles Darwin. (Ch. Darwin, Descent of man). "
E-book: http://www.ebooksbrasil.org/eLibris/direitopreguica.html


Sejamos preguiçosos em tudo,
exceto em amar e em beber, exceto
em sermos preguiçosos.
LESSING



quinta-feira, 27 de maio de 2010

Consumismo!

Não podia deixar de compartilhar!
Em João Pessoa - PB, aconteceu no dia 22 maio um saldão que dava até 70% de desconto nas mercadorias. Porem o esperado aconteceu; teve mais de 50 pessoas feridas e 1 morta devido à aglomerações. Pois ai vai o ocorrido:




Várias pessoas foram pisoteadas na manhã deste sábado (22), durante a abertura do Feirão do Atacadão dos Eletros no bairro do Geisel, na antiga sede do Atavarejo. Com o transtorno, a gerencia da empresa decidiu suspender a abertura do Mega Feirão e ainda não agendou data para uma nova promoção.

De acordo com informações de agentes do Samu e do Corpo de Bombeiros, pelos menos 50 pessoas ficaram feridas e outras dez estão gravemente feridas. A polícia foi acionada para fazer a segurança do local. Uma mulher teve os dedos decepados com o fechamento brusco de um dos portôes. O motorista do resgate disse que a situação era de desespero. Foram necessárias pelos menos cinco viaturas do Samu e duas do Corpo de Bombeiros para ajudar as vítimas. As vitimas mais graves foram encaminhadas para o Hospital de Emergência e Trauma da Capital.Ambulancias da Policia Rodoviária Federal também ajudaram no resgate das vítimas.

E ainda..

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Do lado de fora, a expectativa! (link)

Os comentários sobre o ocorrido no youtube é assustador, para não dizer fascista!

O estranho é a naturalização da criação da necessidade!


terça-feira, 25 de maio de 2010

Angústia...

"Como gado, o consumidor busca sua segurança na identificação com o rebanho, capaz de homogeneizar seu comportamento, criando padrões universais de hábitos de consumo através de uma propaganda libidinal que nele imprime a sensação de ter o desejo correspondido pela mercadoria adquirida. E quanto mais cedo se inicia esse adestramento ao consumismo, tanto maior a maximização do lucro. O ideal é cada criança com um televisor no próprio quarto." O Oráculo da verdade - Frei Beto



"O maior bem de um homem é o outro homem." Espinosa (filósofo holandês)